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A lógica invisível da corrupção sistêmica: o pacto do campo de poder brasileiro
Os dados mostram que, após importantes leis — responsabilidade fiscal, transparência, acesso à informação, combate à corrupção e cooperação premiada — e o desvendamento de sucessivos escândalos e investigações de grande impacto, especialmente depois dos anos 2000, o país permanece preso ao lodo do equilíbrio institucional particularista que domina o campo de poder. Ir ao cerne do problema é admitir que a corrupção no Brasil não é resultado de desvios individuais de agentes corruptos. Trata-se de um equilíbrio instável entre regras formais e práticas espúrias. O caso Master não é uma exceção; é apenas o caso da vez. A pergunta que se coloca é: como alterar esse contexto perverso?